Adriana Berger

Foto de Adriana Gonçalves Cravinhos Berger
Adriana Berger
Adriana Gonçalves Cravinhos Berger (nome civil)
1 eleição em 2010 · PSB
45 anos em 2010 · Feminino · Superior completo
Servidor Público Estadual
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Adriana Berger (Adriana Gonçalves Cravinhos Berger) disputou 1 eleição, em 2010, para 1º suplente senadora por SC. Não foi eleita, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2010 para 1º suplente senadora por SC, declarou R$ 260 mil em receitas: R$ 179 mil de outras campanhas, R$ 47 mil de doações privadas (14 doadores), R$ 11 mil de empresas e R$ 22 mil de recursos próprios.

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Financiamento das campanhas

2010: R$ 260 mil em receitas

Adriana Berger declarou receitas ao TSE em 1 campanha: 1º suplente senadora por Santa Catarina em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 260 mil em receitas: R$ 179 mil de outras campanhas, R$ 47 mil de doações privadas (14 doadores), R$ 11 mil de empresas e R$ 22 mil de recursos próprios.

Receitas em 2010R$ 260 milcampanha encerrada
Campanhas12010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
20101º suplente senadora, Santa Catarina
Arrecadado
R$ 260 mil
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 69% · pessoas 18% · empresas 4% · próprios 8%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Candidaturas

1 candidatura

Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892