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Valmim

Foto de Valmim Soares de Campos
Valmim
Valmim Soares de Campos (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2012 · PMDB
50 anos em 2012 · Masculino · Superior completo
Prefeito

Valmim (Valmim Soares de Campos) disputou 4 eleições entre 2000 e 2012, para prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Flores de Goiás em 2008. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Flores de Goiás/GO: 2.760 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2012 para prefeito em Flores de Goiás/GO, declarou R$ 117 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 102 mil de doações privadas (45 doadores) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com alimentação (R$ 2 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e comícios (R$ 1 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 51 mil.

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Evolução da votação nas eleições

2.760 votos em 2012 (anulados) · 4 eleições

A votação de Valmim Soares de Campos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 117 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados

Valmim declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Flores de Goiás (GO) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 117 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 102 mil de doações privadas (45 doadores) e R$ 14 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com alimentação (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Em 2008, R$ 51 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 117 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 4 milcontratados
Gastos em 2008R$ 51 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2012Prefeito, Flores de Goiás (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 117 mil
45 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 87% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • AlimentaçãoR$ 2 mil42,4%
  • Materiais impressosR$ 1 mil29,2%
  • ComíciosR$ 1 mil28,3%
2008Prefeito, Flores de Goiás (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 51 mil
28 doadores pessoas físicas
pessoas 58% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 51 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 12 mil23,9%
  • Materiais impressosR$ 5 mil10,0%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil3,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil2,5%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 592 lançados como "diversas a especificar"R$ 31 mil60,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.