Elias Alves

Foto de Elias Filinto Alves
Elias Alves
Elias Filinto Alves (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PR
48 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Servidor Público Federal

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Elias Alves (Elias Filinto Alves) disputou 5 eleições entre 2000 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Rorainópolis em 2008. A maior votação foi em 2008, para vereador em Rorainópolis/RR: 208 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Rorainópolis/RR, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 12 mil do Fundo Partidário e R$ 350 de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com pessoal (R$ 4 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 380.

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Evolução da votação nas eleições

3 votos em 2016 (anulados) · 5 eleições

A votação de Elias Filinto Alves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 12 mil em receitas · R$ 12 mil em gastos contratados

Elias Alves declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Rorainópolis (RR) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 12 mil do Fundo Partidário e R$ 350 de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com pessoal (R$ 4 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil). Em 2008, R$ 380 em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 12 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 12 milcontratados
Gastos em 2008R$ 380contratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
2016Vereador, Rorainópolis (RR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 97% · partido 3%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 4 mil34,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil31,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil22,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 8156,7%
  • Outras 3 categoriasR$ 5504,5%
2008Vereador, Rorainópolis (RR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 380
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 380
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 380100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892