Emanuel Pinheiro

Foto de Emanuel Pinheiro
Emanuel Pinheiro
8 eleições entre 1994 e 2020 · último partido MDB
55 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Prefeito
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Emanuel Pinheiro disputou 8 eleições entre 1994 e 2020, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Cuiabá em 2020 e 2016; deputado estadual em 2014, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Cuiabá/MT: 157.877 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Cuiabá/MT, declarou R$ 3,4 milhões em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil do Fundo Partidário e R$ 2,1 milhões de doações privadas (365 doadores). Os gastos contratados somam R$ 6 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,2 milhão), publicidade por materiais impressos (R$ 1 milhão) e militância e mobilização de rua (R$ 901 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5,7 milhões em 2016 (46% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 576 mil em 2014.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

82.367 votos em 2020 · 8 eleições

A votação de Emanuel Pinheiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 3,4 milhões em receitas · R$ 6 milhões em gastos contratados

Emanuel Pinheiro declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso em 2010 e 2014, e prefeito em Cuiabá (MT) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 3,4 milhões em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil do Fundo Partidário e R$ 2,1 milhões de doações privadas (365 doadores). Os gastos contratados somam R$ 6 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,2 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 1 milhão). Em 2016, 46% dos R$ 5,7 milhões em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2014, 41% dos R$ 576 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2020R$ 3,4 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 6 milhõescontratados
Gastos em 2016R$ 5,7 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas42010, 2014, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Cuiabá (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3,4 milhões
365 doadores pessoas físicas
FEFC 37% · Fundo Partidário menos de 1% · pessoas 63%
Gasto contratado
R$ 6 milhões
pago: R$ 3,3 milhões (54%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,2 milhão20,0%
  • Materiais impressosR$ 1 milhão16,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 901 mil14,9%
  • Serviços de terceirosR$ 847 mil14,0%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 70 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 2,1 milhões34,2%
2016Prefeito, Cuiabá (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3,5 milhões
221 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 54% · partido 15% · pessoas 30%
Gasto contratado
R$ 5,7 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2,6 milhões46,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 512 mil9,0%
  • PessoalR$ 391 mil6,9%
  • Materiais impressosR$ 380 mil6,7%
  • Outras 23 categoriasinclui R$ 141 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 82 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,8 milhão31,1%
2014Deputado estadual, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 576 mil
43 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 20% · pessoas 24% · empresas 14% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 576 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 237 mil41,1%
  • Materiais impressosR$ 173 mil30,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 28 mil4,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 25 mil4,3%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 114 mil19,8%
Ver a campanha anterior
2010Deputado estadual, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 423 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 7% · empresas 67% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 423 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 156 mil36,9%
  • PessoalR$ 151 mil35,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 18 mil4,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 15 mil3,6%
  • Outras 13 categoriasR$ 84 mil19,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2014, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892