59 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio incompleto
Comerciante
redes informadas ao TSE
Guto Góes (Augusto Cesar de Araujo Goes Sousa) disputou 4 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito, vice-prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Catu em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2004, para vereador em Catu/BA: 727 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Catu/BA, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de doações privadas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 49 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil), serviços contábeis (R$ 5 mil) e pré-instalação física de comitê de campanha (R$ 4 mil).
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Evolução da votação nas eleições
148 votos em 2020 (anulados) · 4 eleições
A votação de Augusto Cesar de Araujo Goes Sousa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 50 mil em receitas · R$ 49 mil em gastos
Guto Góes declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Catu (BA) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 50 mil em receitas: R$ 20 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de doações privadas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 49 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 12 mil) e serviços contábeis (R$ 5 mil).
Receitas em 2020R$ 50 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 49 milcampanha encerrada; tudo pago
Pré-instalação física de comitê de campanhaR$ 4 mil8,2%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil8,2%
Outras 3 categoriasinclui R$ 20 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 24 mil49,5%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2020VOTOS ANULADOSRENÚNCIA148LCatu, Bahia · 59 anos · Branca · Ensino médio incompleto · Comerciante · DEM · nº 25 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Vereador · 2000ELEITO497LCatu, Bahia · 39 anos · Ensino médio completo · PMDB · nº 15600 · ver resultado completo
Coligação: PDT / PMDB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.