Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Cururu (Cláudio Roberto dos Santos Insaurriaga) disputou 7 eleições entre 2004 e 2020, para vereador e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Pelotas em 2004. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por RS: 20.610 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Pelotas/RS, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 168 de outras campanhas, R$ 800 de doações privadas e R$ 400 de recursos próprios. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 200 em 2016 (100% com serviços de terceiros) e R$ 175 em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
160 votos em 2020 (anulados) · 7 eleições
A votação de Claudio Roberto dos Santos Insaurriaga em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 1 mil em receitas
Cururu declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006 e 2010, e vereador em Pelotas (RS) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 168 de outras campanhas, R$ 800 de doações privadas e R$ 400 de recursos próprios. Em 2016, 100% dos R$ 200 em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2012, 100% dos R$ 175 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2020R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 200contratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2020VOTOS ANULADOSINDEFERIDO160LPelotas, Rio Grande do Sul · 69 anos · Branca · Superior incompleto · Aposentado (exceto Servidor Público) · PP · nº 11121 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2016VOTOS ANULADOSINDEFERIDO382LPelotas, Rio Grande do Sul · 65 anos · Branca · Ensino médio incompleto · Artista de Circo · PMN · nº 33033 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2012—LPelotas, Rio Grande do Sul · 61 anos · Ensino médio incompleto · Músico · PMN · nº 33033 · registro constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
Coligação: PRTB / PHS / PMN / PRP / PC do B / PT do B
Deputado Federal · 2010VOTOS ANULADOSINDEFERIDO4.859GRS · 59 anos · Ensino médio incompleto · Músico · PV · nº 4320 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 20085.692não eleitoLPelotas, Rio Grande do Sul · 57 anos · Ensino médio incompleto · Vereador · PV · nº 43210 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Federal · 2006SUPLENTE20.610GRS · 55 anos · Ensino médio incompleto · Vereador · PFL · nº 2505 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.