Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Irineu Bornholdt (Irineu Otto Bornholdt) disputou 2 eleições entre 1998 e 2012, para prefeito e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2012 para prefeito em Mondaí/SC, declarou R$ 62 mil em receitas: R$ 32 mil de empresas e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 6 mil) e pré-instalação física de comitê de campanha de candidato (R$ 3 mil).
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 62 mil em receitas · R$ 36 mil em gastos contratados
Irineu Bornholdt declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Mondaí (SC) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 62 mil em receitas: R$ 32 mil de empresas e R$ 30 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 6 mil).
Pré-instalação física de comitê de campanha de candidatoR$ 3 mil7,9%
Criação e inclusão de páginas na internetR$ 2 mil6,9%
Outras 3 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 786 doados a outros candidatos e partidosR$ 4 mil9,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 1998—GSC · 47 anos · Superior completo · Engenheiro · PMDB · nº 15201 · situação constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.