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Padre Sardinha

Padre Sardinha
Antônio de Jesus Sardinha (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2008 · PT
61 anos em 2008 · Masculino · Superior completo
Sacerdote Ou Membro de Ordem Ou Seita Religiosa

Padre Sardinha (Antônio de Jesus Sardinha) disputou 5 eleições entre 2000 e 2008, para vice-prefeito, deputado estadual e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Auriflama em 2004. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por SP: 34.898 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por SP, declarou R$ 51 mil em receitas: R$ 38 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (10 doadores), R$ 600 de empresas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 51 mil, principalmente com pessoal (R$ 7 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil) e telefone (R$ 2 mil).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

11.780 votos em 2006 · 5 eleições

A votação de Antônio de Jesus Sardinha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. FederalDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2006: R$ 51 mil em receitas · R$ 51 mil em gastos contratados

Padre Sardinha declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por São Paulo em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 51 mil em receitas: R$ 38 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (10 doadores), R$ 600 de empresas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 51 mil, principalmente com pessoal (R$ 7 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil).

Receitas em 2006R$ 51 milcampanha encerrada
Gastos em 2006R$ 51 milcontratados
Campanhas12006

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 51 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 76% · pessoas 7% · empresas 1% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 51 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 7 mil13,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil4,7%
  • TelefoneR$ 2 mil4,3%
  • Despesas postaisR$ 2 mil3,7%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 289 lançados como "diversas a especificar"R$ 37 mil73,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.