- Materiais impressosR$ 96 mil17,2%
- Serviços de terceirosR$ 74 mil13,2%
- Serviços contábeisR$ 65 mil11,6%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 65 mil11,5%
- Outras 7 categoriasR$ 260 mil46,4%
Segundo o Radar do Voto, Penha Bernardes (UNIÃO) ficou como suplente de deputada estadual pelo Rio de Janeiro em 2026, com 7.882 votos, pelo resultado oficial do TSE. Penha Bernardes (Maria da Penha Bernardes) disputou 6 eleições entre 2012 e 2026, para deputada estadual, prefeita, vereadora e deputada federal. Ela foi eleita 3 vezes: vereadora de Araruama em 2020, 2016 e 2012. A maior votação foi em 2024, para prefeita em Araruama/RJ: 29.564 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por RJ, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 560 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 96 mil), serviços de terceiros (R$ 74 mil) e serviços contábeis (R$ 65 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,4 milhão em 2024 e R$ 7 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Maria da Penha Bernardes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Penha Bernardes declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereadora em Araruama (RJ) em 2012, 2016 e 2020, deputada federal por Rio de Janeiro em 2018, prefeita em Araruama (RJ) em 2024, e deputada estadual por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 1 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 560 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 96 mil) e serviços de terceiros (R$ 74 mil); R$ 250 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 1,4 milhão em gastos; em 2020, 40% dos R$ 7 mil em gastos foram com publicidade por adesivos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.