Pedrinho Valadares

Foto de Pedro Almeida Valadares Neto
Pedrinho Valadares
Pedro Almeida Valadares Neto (nome civil)
6 eleições entre 1994 e 2010 · último partido DEM
45 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pedrinho Valadares (Pedro Almeida Valadares Neto) disputou 6 eleições entre 1994 e 2010, para deputado estadual, vice-prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 1998. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por SE: 64.699 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por SE, declarou R$ 87 mil em receitas: R$ 11 mil de outras campanhas, R$ 29 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 47 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 87 mil, principalmente com pessoal (R$ 22 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 15 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 244 mil.

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Evolução da votação nas eleições

17.182 votos em 2010 · 6 eleições

A votação de Pedro Almeida Valadares Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 87 mil em receitas · R$ 87 mil em gastos contratados

Pedrinho Valadares declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Sergipe em 2006, e deputado estadual por Sergipe em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 87 mil em receitas: R$ 11 mil de outras campanhas, R$ 29 mil de doações privadas (20 doadores) e R$ 47 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 87 mil, principalmente com pessoal (R$ 22 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil). Em 2006, R$ 244 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 87 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 87 milcontratados
Gastos em 2006R$ 244 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, SergipeVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 87 mil
20 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 13% · pessoas 33% · empresas 54%
Gasto contratado
R$ 87 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 22 mil25,7%
  • Materiais impressosR$ 17 mil19,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 15 mil17,1%
  • Publicidade por carros de somR$ 12 mil14,3%
  • Outras 5 categoriasR$ 20 mil23,2%
2006Deputado federal, SergipeVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 244 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 7% · pessoas 7% · empresas 82% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 244 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 70 mil28,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 40 mil16,5%
  • Materiais impressosR$ 35 mil14,3%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 12 mil5,0%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 15 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 86 mil35,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 1998

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892