- Militância e mobilização de ruaR$ 740 mil44,2%
- Materiais impressosR$ 243 mil14,6%
- Cessão ou locação de veículosR$ 225 mil13,4%
- PessoalR$ 204 mil12,2%
- Outras 10 categoriasR$ 261 mil15,6%
Segundo o Radar do Voto, Eli Corrêa Filho (UNIÃO) ficou como suplente de deputado federal por São Paulo em 2026, com 34.722 votos, pelo resultado oficial do TSE. Eli Corrêa Filho (Adriano Eli Corrêa) disputou 9 eleições entre 1998 e 2026, para deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2018, 2014 e 2010; deputado estadual em 2002 e 1998. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Guarulhos/SP: 135.134 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 133,1 milhões empenhados em 117 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 47 municípios; 91% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 875 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 163 mil do Fundo Partidário, R$ 217 de outras campanhas, R$ 237 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,7 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 740 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 243 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 225 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 2,6 milhões em 2022 (45% com militância e mobilização de rua) e R$ 845 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Adriano Eli Correa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Eli Corrêa Filho declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, deputado federal por São Paulo em 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026, e prefeito em Guarulhos (SP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 875 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 163 mil do Fundo Partidário, R$ 217 de outras campanhas, R$ 237 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,7 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 740 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 243 mil); R$ 878 mil já foram pagos. Em 2022, 45% dos R$ 2,6 milhões em gastos foram com militância e mobilização de rua; em 2018, 45% dos R$ 845 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Eli Corrêa Filho teve R$ 133,1 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 117 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 47 municípios. Já foram pagos R$ 121,5 milhões (91%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (57%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Carapicuíba, Cotia e São Paulo. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 80,5 milhões em 83 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 52,5 milhões em 34 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 31,8 milhões | R$ 30,2 milhões | 95% | 21 | 9 |
| 2022 | R$ 18 milhões | R$ 16,9 milhões | 94% | 19 | 19 |
| 2021 | R$ 16,2 milhões | R$ 15,7 milhões | 97% | 24 | 14 |
| 2020 | R$ 14 milhões | R$ 14 milhões | 99% | 18 | 4 |
| Legislatura 2019 a 2022 | R$ 80 milhões | R$ 76,8 milhões | 96% | 82 | 29 |
Funções que mais receberam (2019 a 2022)
Municípios que mais receberam (2019 a 2022)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.