- Materiais impressosR$ 504 mil34,4%
- Serviços de terceirosR$ 281 mil19,2%
- Publicidade por adesivosR$ 178 mil12,2%
- Transporte ou deslocamentoR$ 141 mil9,6%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 738 lançados como "diversas a especificar"R$ 362 mil24,7%
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Neri Geller (PODE) ficou como suplente de deputado federal pelo Mato Grosso em 2026, com 31.383 votos, segundo os dados do TSE. Neri Geller disputou 8 eleições entre 1996 e 2026, para deputado federal, senador, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Lucas do Rio Verde em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2022, para senador por MT: 310.481 votos, anulados segundo os dados do TSE. No Senado Federal, teve R$ 79,3 milhões empenhados em 35 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 51 municípios; 93% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por MT, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 86 mil de outros recursos do partido, R$ 121 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 304 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 504 mil), serviços de terceiros (R$ 281 mil) e publicidade por adesivos (R$ 178 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 4,1 milhões em 2022 e R$ 2,4 milhões em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Neri Geller em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Neri Geller declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Mato Grosso em 2006, 2010, 2018 e 2026, e senador por Mato Grosso em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 86 mil de outros recursos do partido, R$ 121 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 304 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 504 mil) e serviços de terceiros (R$ 281 mil); R$ 945 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 4,1 milhões em gastos; em 2018, R$ 2,4 milhões em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Neri Geller teve R$ 79,3 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 35 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 51 municípios. Já foram pagos R$ 73,8 milhões (93%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam foram Cuiabá, Poconé e Araguaiana.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 29,9 milhões | R$ 26,1 milhões | 87% | 18 | 12 |
| 2022 | R$ 18,4 milhões | R$ 18,4 milhões | 100% | 6 | 19 |
| 2021 | R$ 15,3 milhões | R$ 13,6 milhões | 88% | 7 | 12 |
| 2020 | R$ 15,5 milhões | R$ 14,1 milhões | 91% | 4 | 14 |
| Total | R$ 79,1 milhões | R$ 72,1 milhões | 91% | 35 | 51 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 23/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Não. Neri Geller (PODE) ficou como suplente de deputado federal pelo Mato Grosso em 2026, com 31.383 votos, segundo os dados do TSE.
Na eleição de 2026 para deputado federal pelo Mato Grosso, Neri Geller (PODE) teve 31.383 votos e ficou como suplente. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Sim. Neri Geller foi eleito 2 vezes: vereador de Lucas do Rio Verde em 2000 e 1996. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2026 para deputado federal por MT, Neri Geller declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 86 mil de outros recursos do partido, R$ 121 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 304 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 504 mil), serviços de terceiros (R$ 281 mil) e publicidade por adesivos (R$ 178 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 22/10/2026.
Neri Geller declarou ao TSE gastos de R$ 4,1 milhões na campanha de 2022 a senador por MT (tudo pago), R$ 2,4 milhões na campanha de 2018 a deputado federal por MT (tudo pago), R$ 692 mil na campanha de 2010 a deputado federal por MT (gasto contratado declarado) e R$ 396 mil na campanha de 2006 a deputado federal por MT (gasto contratado declarado), já encerradas. Na campanha de 2026, os gastos contratados chegam a R$ 1,5 milhão até 22/10/2026 (parcial; R$ 945 mil já pagos). Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
No Senado Federal, Neri Geller teve R$ 79,3 milhões empenhados em 35 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 51 municípios; 93% já foram pagos até a coleta de out/2026, contando os restos a pagar. Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto.
Neri Geller declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Mato Grosso em 2006, 2010, 2018 e 2026, e senador por Mato Grosso em 2022.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Neri Geller foi em 2010, para deputado federal por Mato Grosso: 45.196 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Neri Geller disputou 8 eleições, de 1996 a 2026: vereador em Lucas do Rio Verde (MT) em 1996 e 2000; deputado estadual por Mato Grosso em 2002; deputado federal por Mato Grosso em 2006, 2010, 2018 e 2026; senador por Mato Grosso em 2022. Foi eleito 2 vezes. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Neri Geller concorreu pelo PSDB em 1996, 2000, 2002 e 2006, pelo PP em 2010, 2018 e 2022 e pelo PODE em 2026. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Neri Geller foi o 16º mais votado entre os candidatos a deputado federal no Mato Grosso em 2026, com 31.383 votos, 1,65% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2026 a maior votação de Neri Geller para deputado federal foi em Cuiabá (MT): 4.139 votos, 1,22% dos votos válidos da cidade. A maior proporção foi em Acorizal (MT): 9,12% dos votos válidos da cidade (535 votos).
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto