Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Alice Gabino (Alice dos Santos Gabino) disputou 3 eleições entre 2018 e 2024, para vice-prefeita, vice-governadora e deputada federal. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Em 2026, foi candidata a vice-governadora por PE pela REDE. Na campanha de 2018 para deputada federal por PE, declarou R$ 43 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 41 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 10 mil), militância e mobilização de rua (R$ 6 mil) e serviços de terceiros (R$ 4 mil).
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Evolução da votação nas eleições
1.540 votos em 2018 · 4 eleições
A votação de Alice dos Santos Gabino em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. FederalGovernadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 43 mil em receitas · R$ 41 mil em gastos
Alice Gabino declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada federal por Pernambuco em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 43 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 41 mil, principalmente com serviços próprios prestados por terceiros (R$ 10 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 6 mil).
Receitas em 2018R$ 43 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 41 milcampanha encerrada; tudo pago
Serviços próprios prestados por terceirosR$ 10 mil24,7%
Militância e mobilização de ruaR$ 6 mil15,7%
Serviços de terceirosR$ 4 mil10,6%
Materiais impressosR$ 3 mil8,6%
Outras 3 categoriasinclui R$ 15 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 16 mil40,4%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vice-Governador · 2026Deferido—GPE · 46 anos · Preta · Superior completo · Advogado · REDE · nº 50 · candidatura registrada para a eleição de 4 de outubro de 2026 · ver resultado completoregistro da candidatura
Vice-Prefeito · 2024NÃO ELEITO35.110LRecife, Pernambuco · 44 anos · Preta · Superior completo · REDE · nº 50 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Deputado Federal · 20181.540não eleitoGPE · 38 anos · Preta · Superior incompleto · Empresário · REDE · nº 1818 · ver resultado completoprestação de contas
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.