- Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil58,6%
- Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil33,6%
- Materiais impressosR$ 1304,4%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1003,4%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Nil (Aquiles Camargos da Costa) disputou 2 eleições entre 2000 e 2012, para vereador e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Theobroma em 2012. Na campanha de 2012 para vereador em Theobroma/RO, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 674 de outras campanhas, R$ 600 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 130).
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Nil declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Theobroma (RO) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 674 de outras campanhas, R$ 600 de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.