Maria Albertina (Maria Albertina Menegardo Freitas) disputou 8 eleições entre 1996 e 2024, para vice-prefeita, deputada estadual, prefeita e vereadora, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 3 vezes: prefeita de Rio NOVO do Sul em 2012; vereadora de Rio NOVO do Sul em 2004 e 1996. A maior votação foi em 2012, para prefeita em Rio NOVO do Sul/ES: 4.341 votos. Na campanha de 2018 para deputada estadual por ES, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com correspondências e despesas postais (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 846). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 46 mil em 2016 e R$ 39 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
2.962 votos em 2018 · 8 eleições
A votação de Maria Albertina Menegardo Freitas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 9 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos
Maria Albertina declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereadora em Rio NOVO do Sul (ES) em 2008, prefeita em Rio NOVO do Sul (ES) em 2012 e 2016, e deputada estadual por Espírito Santo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 9 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com correspondências e despesas postais (R$ 2 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 846). Em 2016, R$ 46 mil em gastos contratados; em 2012, 43% dos R$ 39 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2018R$ 9 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 46 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 2% · pessoas 53% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Combustíveis e lubrificantesR$ 50025,2%
Materiais impressosR$ 39019,6%
Outras 1 categoriaR$ 1 mil55,2%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000SUPLENTE181LRio NOVO do Sul, Espírito Santo · 41 anos · Ensino médio completo · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PMDB · nº 15625 · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PDT / PFL
Vereador · 1996ELEITO216LRio NOVO do Sul, Espírito Santo · 37 anos · Ensino médio completo · Professor · PMDB · nº 15610 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.