Delio Fernandes (Laudelino Délio Fernandes Neto) disputou 2 eleições entre 2008 e 2012, para prefeito e vice-prefeito, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2012 para prefeito em Altamira/PA, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 38 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 25 mil de empresas e R$ 1,1 milhão de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 488 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 89 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 24 mil).
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 1,2 milhão em receitas · R$ 1 milhão em gastos contratados
Delio Fernandes declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Altamira (PA) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 38 mil de doações privadas (3 doadores), R$ 25 mil de empresas e R$ 1,1 milhão de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 488 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 89 mil).
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 24 mil2,3%
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 9 mil0,9%
Outras 5 categoriasinclui R$ 136 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 279 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 422 mil40,9%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.