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Foto de Antonio Guilherme da Silva

Antonio Guilherme

Antonio Guilherme da Silva (nome civil)
3 eleições entre 2012 e 2016 · último partido PDT
55 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Agricultor

Antonio Guilherme (Antonio Guilherme da Silva) disputou 3 eleições entre 2012 e 2016, para vice-prefeito e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado estadual por GO, declarou R$ 141 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas, R$ 1 mil de empresas e R$ 128 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 143 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 61 mil), serviços de terceiros (R$ 39 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 10 mil).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

2.964 votos em 2014 · 3 eleições

A votação de Antonio Guilherme da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 141 mil em receitas · R$ 143 mil em gastos contratados

Antonio Guilherme declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Goiás em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 141 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas, R$ 1 mil de empresas e R$ 128 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 143 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 61 mil) e serviços de terceiros (R$ 39 mil).

Receitas em 2014R$ 141 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 143 milcontratados
Campanhas12014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 141 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 6% · empresas menos de 1% · próprios 91%
Gasto contratado
R$ 143 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 61 mil42,6%
  • Serviços de terceirosR$ 39 mil27,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil7,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 10 mil6,9%
  • Outras 7 categoriasR$ 23 mil16,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.