- Locação/cessão de bens móveisR$ 50100,0%
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Giselia Freitas (Gisélia Maria de Freitas) disputou 5 eleições entre 2000 e 2012, para vereadora, deputada estadual e vice-prefeita, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 2 vezes: vereadora de Iturama em 2008 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por MG: 3.265 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2012 para vereadora em Iturama/MG, declarou R$ 50 em receitas, de empresas. Os gastos contratados somam R$ 50, principalmente com locação/cessão de bens móveis (R$ 50). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2010 (100% com bens permanentes) e R$ 7 mil em 2008.
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A votação de Giselia Maria de Freitas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Giselia Freitas declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Iturama (MG) em 2008 e 2012, e deputada estadual por Minas Gerais em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 50 em receitas, de empresas. Os gastos contratados somam R$ 50, principalmente com locação/cessão de bens móveis (R$ 50). Em 2010, 100% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com bens permanentes; em 2008, R$ 7 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
O voto