Edimar Ramalho da Silva

Foto de Edimar Ramalho da Silva
Edimar Ramalho da Silva
3 eleições entre 2012 e 2020 · último partido PSDB
42 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Vereador
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Edimar Kiçassa (Edimar Ramalho da Silva) disputou 3 eleições entre 2012 e 2020, para vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Poté em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2020, para vereador em Poté/MG: 325 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Poté/MG, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 455 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2016 (45% com publicidade por adesivos) e R$ 90 em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

325 votos em 2020 (eleito) · 3 eleições

A votação de Edimar Ramalho da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 3 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos

Edimar Kiçassa declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Poté (MG) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 455 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil). Em 2016, 45% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por adesivos; em 2012, 100% dos R$ 90 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Poté (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 14% · pessoas 55% · próprios 31%
Gasto contratado
R$ 1 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 1 mil100,0%
2016Vereador, Poté (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
pessoas 29% · próprios 71%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 40028,6%
  • PessoalR$ 24817,7%
  • Outras 2 categoriasR$ 75253,7%
2012Vereador, Poté (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 90
sem doações de pessoas
partido 45% · empresas 55%
Gasto contratado
R$ 90
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 90100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Edimar Ramalho da Silva (Edimar Kiçassa): candidaturas e votos · Radar do Voto