- Combustíveis e lubrificantesR$ 140 mil7,5%
- Serviços de terceirosR$ 100 mil5,4%
- Materiais impressosR$ 94 mil5,0%
- PessoalR$ 63 mil3,4%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 26 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1,5 milhão78,7%
Ottomar (Ottomar de Sousa Pinto) disputou 4 eleições entre 1990 e 2006, para governador e prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: governador em 2006 e 1990. A maior votação foi em 2006, para governador por RR: 116.542 votos. Na campanha de 2006 para governador por RR, declarou R$ 1,9 milhão em receitas: R$ 1,3 milhão de outras campanhas, R$ 275 mil de doações privadas (25 doadores), R$ 150 mil de empresas e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 140 mil), serviços de terceiros (R$ 100 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 94 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ottomar de Sousa Pinto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ottomar declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: governador por Roraima em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 1,9 milhão em receitas: R$ 1,3 milhão de outras campanhas, R$ 275 mil de doações privadas (25 doadores), R$ 150 mil de empresas e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,9 milhão, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 140 mil) e serviços de terceiros (R$ 100 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.