Coronel Paulo Selva

Foto de Marcio Paulo da Silva
Coronel Paulo Selva
Marcio Paulo da Silva (nome civil)
3 eleições entre 2014 e 2018 · último partido PSDB
48 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Bombeiro Militar
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Coronel Paulo Selva (Marcio Paulo da Silva) disputou 3 eleições entre 2014 e 2018, para deputado estadual, 2º suplente, vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por MT: 1.794 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por MT, declarou R$ 5 mil em receitas, de outros recursos do partido e de outras campanhas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2016 (48% com cessão ou locação de veículos) e R$ 83 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

551 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Marcio Paulo da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereadorDep. EstadualSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 5 mil em receitas

Coronel Paulo Selva declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Mato Grosso em 2014, vereador em Várzea Grande (MT) em 2016, e deputado estadual por Mato Grosso em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 5 mil em receitas, de outros recursos do partido e de outras campanhas. Em 2016, 48% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com cessão ou locação de veículos; em 2014, 58% dos R$ 83 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2018R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32014, 2016 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2018Deputado estadual, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, Várzea Grande (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 52% · pessoas 48%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil48,2%
  • Serviços de terceirosR$ 86023,1%
  • Materiais impressosR$ 57115,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3008,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 2005,4%
2014Deputado federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 86 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 83 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 49 mil58,2%
  • Materiais impressosR$ 11 mil13,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil10,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil7,8%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 8 mil9,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892