Prof Marcos Monteiro

Foto de Marcos Leandro Greff Monteiro
Prof Marcos Monteiro
Marcos Leandro Greff Monteiro (nome civil)
6 eleições entre 2008 e 2020 · último partido PV
48 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Municipal
redes informadas ao TSE

Prof Marcos Monteiro (Marcos Leandro Greff Monteiro) disputou 6 eleições entre 2008 e 2020, para vereador, deputado estadual, vice-prefeito e senador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para senador por RS: 101.701 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Cachoeirinha/RS, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 400 de outras campanhas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 1 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 300). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 6 mil em 2016 e R$ 21 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

60 votos em 2020 · 6 eleições

A votação de Marcos Leandro Greff Monteiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorSenadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 3 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

Prof Marcos Monteiro declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Gravataí (RS) em 2008 e 2016, senador por Rio Grande do Sul em 2010, deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2014, e vereador em Cachoeirinha (RS) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 400 de outras campanhas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 1 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 300). Em 2016, R$ 6 mil em gastos contratados; em 2014, 52% dos R$ 21 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Cachoeirinha (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
FEFC 48% · partido e outras campanhas 13% · próprios 39%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil81,3%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 30018,8%
2016Vereador, Gravataí (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 43% · pessoas 45% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil36,3%
  • Materiais impressosR$ 2 mil33,8%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 75013,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 5209,0%
  • Outras 2 categoriasR$ 4537,8%
2014Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
7 doadores pessoas físicas
pessoas 85% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 11 mil51,9%
  • Materiais impressosR$ 7 mil31,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil7,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil4,9%
  • Outras 3 categoriasR$ 1 mil5,2%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Senador, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 97% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 7 mil34,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil20,0%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 2 mil8,7%
  • AlimentaçãoR$ 8604,2%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil32,8%
2008Vereador, Gravataí (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
pessoas 16% · próprios 84%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 72566,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 21019,3%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 15514,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892