9 eleições entre 2000 e 2018 · último partido PSDB
44 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Deputado
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Milton Campos (Milton Campbell Campos) disputou 9 eleições entre 2000 e 2018, para deputado estadual, prefeito, vice-prefeito, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2014; vereador de Castanhal em 2008 e 2000. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por PA: 34.370 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por PA, declarou R$ 115 mil em receitas: R$ 25 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 28 mil de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 51 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 101 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil), publicidade por adesivos (R$ 26 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 14 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 526 mil em 2016 e R$ 303 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
11.549 votos em 2018 · 9 eleições
A votação de Milton Campbell Campos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2018: R$ 115 mil em receitas · R$ 101 mil em gastos
Milton Campos declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Pará em 2006, vereador em Castanhal (PA) em 2008, deputado estadual por Pará em 2014 e 2018, e prefeito em Castanhal (PA) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 115 mil em receitas: R$ 25 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 28 mil de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas (15 doadores) e R$ 51 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 101 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil) e publicidade por adesivos (R$ 26 mil). Em 2016, R$ 526 mil em gastos contratados; em 2014, 43% dos R$ 303 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2018R$ 115 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 101 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 526 milcontratados, campanha encerrada
Outras 2 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 7 mil8,1%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 2010—GPA · 36 anos · Superior completo · Empresário · PSDB · nº 4515 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleição
Vice-Prefeito · 2004—LCastanhal, Pará · 30 anos · Superior completo · Senador, Deputado e Vereador · PSDB · nº 15 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Vereador · 2000ELEITO1.265LCastanhal, Pará · 26 anos · Ensino médio completo · Proprietário de Estabelecimento Comercial · PL · nº 22178 · ver resultado completo
Coligação: PL / PSC
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.