Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professora Enelinda Scala (Enelinda Maria Aparecida dos Santos Scala) disputou 10 eleições entre 1996 e 2024, para vereadora, 2º suplente, deputada federal e vice-governadora. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Cuiabá em 2000. A maior votação foi em 1998, para deputada federal por MT: 4.750 votos. Na campanha de 2024 para vereadora em Cuiabá/MT, declarou R$ 88 mil em receitas: R$ 49 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 35 mil de outras campanhas e R$ 4 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 80 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 36 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 14 mil) e pessoal (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 85 mil em 2012 e R$ 63 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
299 votos em 2024 · 10 eleições
A votação de Enelinda Maria Aparecida dos Santos Scala em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorDep. FederalGovernadorSenadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 88 mil em receitas · R$ 80 mil em gastos
Professora Enelinda Scala declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputada federal por Mato Grosso em 2006, e vereadora em Cuiabá (MT) em 2008, 2012 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 88 mil em receitas: R$ 49 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 35 mil de outras campanhas e R$ 4 mil de doações privadas (6 doadores). Os gastos contratados somam R$ 80 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 36 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 14 mil). Em 2012, R$ 85 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 63 mil em gastos contratados.
Receitas em 2024R$ 88 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 80 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 85 milcontratados, campanha encerrada
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000ELEITO1.968LCuiabá, Mato Grosso · 52 anos · Superior completo · Pensionista · PT · nº 13013 · ver resultado completo
Coligação: PT / PSTU
Deputado Federal · 19984.750não eleitoGMT · 50 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PT · nº 1312 · ver resultado completo
Vereador · 1996SUPLENTE770LCuiabá, Mato Grosso · 48 anos · Superior completo · Professor · PT · nº 13612 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.