- Materiais impressosR$ 24 mil38,6%
- Serviços de terceirosR$ 10 mil16,1%
- ComíciosR$ 8 mil12,1%
- Publicidade por carros de somR$ 5 mil8,2%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 16 mil25,0%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Urbano Faria (Urbano Batista de Faria) disputou 2 eleições entre 2000 e 2012, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Serra Negra do Norte em 2012. Na campanha de 2012 para prefeito em Serra Negra do Norte/RN, declarou R$ 125 mil em receitas: R$ 4 mil de outros recursos do partido, R$ 52 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 67 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 62 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil), serviços de terceiros (R$ 10 mil) e comícios (R$ 8 mil).
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Urbano Faria declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Serra Negra do Norte (RN) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 125 mil em receitas: R$ 4 mil de outros recursos do partido, R$ 52 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 67 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 62 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil) e serviços de terceiros (R$ 10 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.