- PessoalR$ 12 mil39,4%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil13,9%
- Materiais impressosR$ 3 mil10,5%
- Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil9,9%
- Outras 9 categoriasR$ 8 mil26,3%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Railson Torres (José Railson de Oliveira Torres) disputou 3 eleições entre 2008 e 2014, para deputado estadual e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2014 para deputado estadual por AM, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 9 mil de outras campanhas, R$ 22 mil de doações privadas (21 doadores) e R$ 35 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com pessoal (R$ 12 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil).
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Railson Torres declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Amazonas em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 9 mil de outras campanhas, R$ 22 mil de doações privadas (21 doadores) e R$ 35 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com pessoal (R$ 12 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 4 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.