Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Diógenes Paes (Diógenes Alves Paes) disputou 3 eleições entre 2006 e 2010, para senador, vereador e vice-governador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para senador por AL: 6.861 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2010 para senador por AL, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 12 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil) e serviços de terceiros (R$ 3 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 59% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
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Evolução da votação nas eleições
6.861 votos em 2010 (anulados) · 3 eleições
A votação de Diógenes Alves Paes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
GovernadorVereadorSenadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 16 mil em receitas · R$ 16 mil em gastos contratados
Diógenes Paes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Maceió (AL) em 2008, e senador por Alagoas em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 12 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil). Em 2008, 59% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
Receitas em 2010R$ 16 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 16 milcontratados
Gastos em 2008R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 76059,1%
Materiais impressosR$ 40031,1%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 765,9%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 503,9%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Senador · 2010VOTOS ANULADOSINDEFERIDO6.861GAL · 41 anos · Superior completo · Professor de Ensino Médio · PCB · nº 211 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Vice-Governador · 2006NÃO ELEITO51.680GAL · 37 anos · Superior completo · Professor de Ensino Médio · PCB · nº 50 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.