Zezinho da Ração

Foto de José Carlos Camargo
Zezinho da Ração
José Carlos Camargo (nome civil)
10 eleições entre 1996 e 2024 · último partido PL
62 anos em 2024 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Empresário
redes informadas ao TSE

Zezinho da Ração (José Carlos Camargo) disputou 10 eleições entre 1996 e 2024, para vice-prefeito, deputado federal e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 6 vezes: vice-prefeito de Cambé em 2024 e 2020; vereador de Cambé em 2016, 2012, 2008 e 2000. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por PR: 9.546 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por PR, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 10 mil de outras campanhas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com pessoal (R$ 11 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 44 mil em 2016 (46% com pessoal) e R$ 26 mil em 2014.

Vice-Prefeito · 2024
36.989
votos · Cambé, Paraná · vice não recebe voto nominal
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

5.338 votos em 2018 · 10 eleições

A votação de José Carlos Camargo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 16 mil em receitas · R$ 16 mil em gastos

Zezinho da Ração declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Cambé (PR) em 2008, 2012 e 2016, e deputado federal por Paraná em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 16 mil em receitas: R$ 10 mil de outras campanhas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 16 mil, principalmente com pessoal (R$ 11 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2016, 46% dos R$ 44 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2014, R$ 26 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 16 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 16 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 44 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 63% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 16 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 11 mil71,3%
  • Materiais impressosR$ 2 mil10,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil6,3%
  • Serviços de terceirosR$ 7004,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 1 mil7,2%
2016Vereador, Cambé (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 36 mil
9 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 22% · partido e outras campanhas 2% · pessoas 38% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 44 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 20 mil45,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil7,8%
  • Materiais de expedienteR$ 3 mil6,6%
  • Materiais impressosR$ 2 mil5,0%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 14 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 15 mil34,9%
2014Deputado federal, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 94% · pessoas 2% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 26 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 10 mil38,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil22,6%
  • PessoalR$ 6 mil21,1%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2 mil8,3%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil9,9%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, Cambé (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 17% · próprios 79%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil63,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil26,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3969,4%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 15 lançados como "diversas a especificar"R$ 150,4%
2008Vereador, Cambé (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 55% · empresas 5% · próprios 39%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 1 mil25,4%
  • Materiais impressosR$ 1 mil22,4%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 591,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil51,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 2016, 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892