Buscar

Foto de Jaime Martins Filho

Jaiminho Martins

Jaime Martins Filho (nome civil)
7 eleições entre 1994 e 2020 · último partido DEM
67 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
redes informadas ao TSE

Jaiminho Martins (Jaime Martins Filho) disputou 7 eleições entre 1994 e 2020, para vice-prefeito e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 6 vezes: deputado federal em 2014, 2010, 2006, 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por MG: 180.117 votos. Na campanha de 2014 para deputado federal por MG, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 500 do Fundo Partidário, R$ 330 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 27 mil de doações privadas (9 doadores), R$ 739 mil de empresas e R$ 699 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com pessoal (R$ 635 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 358 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 278 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 993 mil em 2010 e R$ 685 mil em 2006.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

158.907 votos em 2014 (eleito) · 7 eleições

A votação de Jaime Martins Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 1,8 milhão em receitas · R$ 1,8 milhão em gastos contratados

Jaiminho Martins declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 500 do Fundo Partidário, R$ 330 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 27 mil de doações privadas (9 doadores), R$ 739 mil de empresas e R$ 699 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com pessoal (R$ 635 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 358 mil). Em 2010, R$ 993 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 685 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 1,8 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 1,8 milhãocontratados
Gastos em 2010R$ 993 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,8 milhão
9 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 18% · pessoas 2% · empresas 41% · próprios 39%
Gasto contratado
R$ 1,8 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 635 mil35,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 358 mil19,9%
  • Materiais impressosR$ 278 mil15,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 180 mil10,0%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 346 mil19,3%
2010Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 994 mil
43 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 21% · pessoas 14% · empresas 64% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 993 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 216 mil21,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 151 mil15,2%
  • Materiais impressosR$ 116 mil11,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 99 mil9,9%
  • Outras 19 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 412 mil41,4%
2006Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 685 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas menos de 1% · empresas 49% · próprios 50%
Gasto contratado
R$ 685 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 183 mil26,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 133 mil19,5%
  • Materiais impressosR$ 96 mil14,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 77 mil11,2%
  • Outras 17 categoriasR$ 196 mil28,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.