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Antonio Carlos Rezende

Foto de Antonio Carlos Rezende
Antonio Carlos Rezende
1 eleição em 2018 · NOVO
55 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Advogado

Antonio Carlos Rezende disputou 1 eleição, em 2018, para deputado federal por MT, com 3.271 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2018 para deputado federal por MT, declarou R$ 22 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido, R$ 13 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 14 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 13 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 1 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 40).

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Evolução da votação nas eleições

3.271 votos em 2018 · 1 eleição

A votação de Antonio Carlos Rezende em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 22 mil em receitas · R$ 14 mil em gastos

Antonio Carlos Rezende declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Mato Grosso em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 22 mil em receitas: R$ 2 mil de outros recursos do partido, R$ 13 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 14 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 13 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 1 mil).

Receitas em 2018R$ 22 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 14 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas12018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, Mato GrossoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
6 doadores pessoas físicas
partido 9% · pessoas 60% · próprios 31%
Gasto contratado
R$ 14 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 13 mil92,5%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil7,1%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 400,3%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 13menos de 0,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.