Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ana Verena (Ana Verena Almeida Rios Colonezi) disputou 1 eleição, em 2012, para prefeita em Ipirá/BA e foi eleita com 14.891 votos. Na campanha de 2012 para prefeita em Ipirá/BA, declarou R$ 136 mil em receitas: R$ 39 mil de doações privadas (16 doadores), R$ 69 mil de empresas e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 114 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 20 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e comícios (R$ 18 mil).
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 136 mil em receitas · R$ 114 mil em gastos contratados
Ana Verena declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeita em Ipirá (BA) em 2012. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 136 mil em receitas: R$ 39 mil de doações privadas (16 doadores), R$ 69 mil de empresas e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 114 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 20 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil).
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 20 mil17,6%
Materiais impressosR$ 18 mil15,7%
ComíciosR$ 18 mil15,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 14 mil12,7%
Outras 9 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 44 mil38,5%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2012—LIpirá, Bahia · 40 anos · Superior completo · Médico · PR · nº 22000 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleição
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.