- Serviços de terceirosR$ 167 mil37,0%
- Materiais impressosR$ 139 mil30,7%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 54 mil11,9%
- Publicidade por adesivosR$ 42 mil9,2%
- Outras 4 categoriasR$ 50 mil11,1%
Segundo o Radar do Voto, Paulinha Braga (PSB) ficou como suplente de deputada estadual pelo Ceará em 2026, com 7.205 votos, pelo resultado oficial do TSE. Paulinha Braga (Ana Paula Braga Veras) disputou 5 eleições entre 2012 e 2026, para deputada estadual, vice-prefeita, vereadora e prefeita. Ela foi eleita 3 vezes: vice-prefeita de Itapipoca em 2024; vereadora de Itapipoca em 2020 e 2012. A maior votação foi em 2026, para deputada estadual por CE: 7.205 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por CE, declarou R$ 704 mil em receitas: R$ 339 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 365 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 450 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 167 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 139 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 54 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 8 mil em 2020 e R$ 89 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ana Paula Braga Veras em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Paulinha Braga declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereadora em Itapipoca (CE) em 2012 e 2020, prefeita em Itapipoca (CE) em 2016, e deputada estadual por Ceará em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 704 mil em receitas: R$ 339 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 365 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 450 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 167 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 139 mil); R$ 420 mil já foram pagos. Em 2020, R$ 8 mil em gastos; em 2016, 46% dos R$ 89 mil em gastos contratados foram com serviços próprios prestados por terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.