- Serviços de terceirosR$ 2 mil99,2%
- Outras 1 categoriaR$ 120,8%
Erivaldo Taboquinha (Erivaldo Guimaraes de Oliveira) disputou 2 eleições entre 2020 e 2024, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2024 para vereador em Pedra Preta/MT, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 500 de doações privadas e R$ 12 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 12). Na campanha de 2020, já encerrada, gastou R$ 250, 72% com publicidade por materiais impressos.
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Erivaldo Taboquinha declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Pedra Preta (MT) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 1 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 500 de doações privadas e R$ 12 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil) e encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito (R$ 12). Em 2020, 72% dos R$ 250 em gastos foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.