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Rafael Agostini

Foto de Rafael Lunardelli Agostini
Rafael Agostini
Rafael Lunardelli Agostini (nome civil)
5 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PSB
36 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Jornalista e Redator

Rafael Agostini (Rafael Lunardelli Agostini) disputou 5 eleições entre 2004 e 2016, para prefeito, deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Jaú em 2016 e 2012; vereador de Jaú em 2004. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Jaú/SP: 42.982 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Jaú/SP, declarou R$ 372 mil em receitas: R$ 349 mil de doações privadas (85 doadores) e R$ 23 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 372 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 116 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 75 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 57 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 529 mil em 2012 (47% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 168 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

34.289 votos em 2016 (eleito) · 5 eleições

A votação de Rafael Lunardelli Agostini em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 372 mil em receitas · R$ 372 mil em gastos contratados

Rafael Agostini declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: prefeito em Jaú (SP) em 2008, 2012 e 2016, e deputado estadual por São Paulo em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 372 mil em receitas: R$ 349 mil de doações privadas (85 doadores) e R$ 23 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 372 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 116 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 75 mil). Em 2012, 47% dos R$ 529 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2010, R$ 168 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 372 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 372 milcontratados
Gastos em 2012R$ 529 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2010, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Jaú (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 372 mil
85 doadores pessoas físicas
pessoas 94% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 372 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 116 mil31,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 75 mil20,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 57 mil15,3%
  • PessoalR$ 39 mil10,6%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 11 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 85 mil22,9%
2012Prefeito, Jaú (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 836 mil
135 doadores pessoas físicas
partido 23% · pessoas 28% · empresas 49%
Gasto contratado
R$ 529 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 250 mil47,2%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 94 mil17,7%
  • Materiais impressosR$ 77 mil14,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 30 mil5,7%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 43 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 78 mil14,8%
2010Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 168 mil
73 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 71% · pessoas 27% · empresas 2% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 168 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 31 mil18,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 25 mil14,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 17 mil10,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 15 mil8,8%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 81 mil48,1%
Ver a campanha anterior
2008Prefeito, Jaú (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 172 mil
58 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 84% · pessoas 11% · empresas 5%
Gasto contratado
R$ 172 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 60 mil34,8%
  • PessoalR$ 42 mil24,4%
  • Materiais impressosR$ 22 mil12,8%
  • Serviços de terceirosR$ 16 mil9,1%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 330 doados a outros candidatos e partidosR$ 33 mil18,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2004, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.