- Serviços advocatíciosR$ 60 mil24,3%
- Serviços contábeisR$ 60 mil24,3%
- Militância e mobilização de ruaR$ 32 mil13,0%
- PessoalR$ 30 mil12,2%
- Outras 3 categoriasinclui R$ 50 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 65 mil26,3%
Segundo o Radar do Voto, Apóstolo Helton (PL) ficou como suplente de deputado estadual por Roraima em 2026, com 1.090 votos, pelo resultado oficial do TSE. Apóstolo Helton (Helton Sebastião Queiroz de Souza) disputou 2 eleições entre 2018 e 2026, para deputado estadual e 1º suplente. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RR, declarou R$ 300 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 247 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 60 mil), serviços contábeis (R$ 60 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 32 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento.
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Apóstolo Helton declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Roraima em 2026. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 300 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 247 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 60 mil) e serviços contábeis (R$ 60 mil); R$ 247 mil já foram pagos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.