- Materiais impressosR$ 7 mil42,5%
- Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 4 mil20,9%
- Locação de imóveisR$ 2 mil11,0%
- Serviços de terceirosR$ 1 mil6,0%
- Outras 3 categoriasR$ 3 mil19,6%
Professor Paulo (Paulo Vanderlei Vargas Groff) disputou 1 eleição, em 2016, para prefeito em Frederico Westphalen/RS, com 1.212 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeito em Frederico Westphalen/RS, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido, R$ 12 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil), baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceiros (R$ 4 mil) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Professor Paulo declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Frederico Westphalen (RS) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 18 mil em receitas: R$ 3 mil de outros recursos do partido, R$ 12 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil) e baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceiros (R$ 4 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.