Germano Bonow (Germano Mostardeiro Bonow) disputou 6 eleições entre 1990 e 2006, para deputado federal, vice-governador, prefeito e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2006; deputado estadual em 1998, 1994 e 1990. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por RS: 73.405 votos. Na campanha de 2006 para deputado federal por RS, declarou R$ 264 mil em receitas: R$ 8 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 240 mil de empresas e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 261 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 52 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 49 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 27 mil).
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Evolução da votação nas eleições
73.405 votos em 2006 (eleito) · 6 eleições
A votação de Germano Mostardeiro Bonow em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualPrefeitoGovernadorDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2006: R$ 264 mil em receitas · R$ 261 mil em gastos contratados
Germano Bonow declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 264 mil em receitas: R$ 8 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 240 mil de empresas e R$ 16 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 261 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 52 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 49 mil).
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 25 mil9,4%
Outras 20 categoriasinclui R$ 958 lançados como "diversas a especificar"R$ 109 mil41,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 2000NÃO ELEITO53.769LPorto Alegre, Rio Grande do Sul · 58 anos · Superior completo · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PFL · nº 25 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1998ELEITO68.639GRS · 56 anos · Superior completo · Membros do Poder Legislativo: Senador, Deputados e Vereador · PFL · nº 25555 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PMDB / PRP
Deputado Estadual · 1994ELEITO · MÉDIA21.604GRS · 52 anos · Superior completo · Secretario · PFL · nº 25102 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1990ELEITO20.070GRS · 48 anos · PFL · nº 25102 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.