- Materiais impressosR$ 10 mil23,1%
- Publicidade por carros de somR$ 5 mil11,1%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil10,9%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil9,1%
- Outras 5 categoriasR$ 21 mil45,7%
Antonio Fernandes (Antônio Fernandes de Lima) disputou 4 eleições entre 1996 e 2008, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Umbuzeiro em 2008 e 2004; vereador de Umbuzeiro em 1996. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Umbuzeiro/PB: 2.791 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Umbuzeiro/PB, declarou R$ 45 mil em receitas: R$ 9 mil de doações privadas (9 doadores), R$ 4 mil de empresas e R$ 31 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 45 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil), publicidade por carros de som (R$ 5 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 5 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antonio Fernandes de Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Antonio Fernandes declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Umbuzeiro (PB) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 45 mil em receitas: R$ 9 mil de doações privadas (9 doadores), R$ 4 mil de empresas e R$ 31 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 45 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil) e publicidade por carros de som (R$ 5 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.