Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Milton Martini (Milton Aparecido Martini) disputou 4 eleições entre 1998 e 2008, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Sarandi em 2008. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Sarandi/PR: 18.213 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Sarandi/PR, declarou R$ 123 mil em receitas: R$ 75 mil de outros recursos do partido, R$ 25 mil de doações privadas (15 doadores), R$ 3 mil de empresas e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 123 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 34 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 30 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 7 mil).
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Evolução da votação nas eleições
18.213 votos em 2008 (eleito) · 4 eleições
A votação de Milton Aparecido Martini em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 123 mil em receitas · R$ 123 mil em gastos contratados
Milton Martini declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Sarandi (PR) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 123 mil em receitas: R$ 75 mil de outros recursos do partido, R$ 25 mil de doações privadas (15 doadores), R$ 3 mil de empresas e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 123 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 34 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 30 mil).
partido 61% · pessoas 20% · empresas 3% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 123 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 34 mil27,5%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 30 mil24,4%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 7 mil5,7%
PessoalR$ 4 mil3,5%
Outras 8 categoriasinclui R$ 761 lançados como "diversas a especificar"R$ 48 mil39,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE9.562GPR · 41 anos · Superior completo · Proprietário de Estabelecimento Agrícola, da Pecuária e Florestal · PMDB · nº 15161 · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PRTB / PSN
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.