Divino

Foto de Divino dos Santos
Divino
Divino dos Santos (nome civil)
9 eleições entre 2000 e 2020 · último partido DEM
48 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Divino (Divino dos Santos) disputou 9 eleições entre 2000 e 2020, para vereador, deputado estadual, vice-prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: deputado estadual em 2014 e 2010; vereador de Ananindeua em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por PA: 36.628 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Ananindeua/PA, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 500, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 384) e publicidade por materiais impressos (R$ 116). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 225 mil em 2018 e R$ 97 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

61 votos em 2020 · 9 eleições

A votação de Divino dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 3 mil em receitas · R$ 500 em gastos

Divino declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Pará em 2010, 2014 e 2018, e vereador em Ananindeua (PA) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 500 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 500, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 384) e publicidade por materiais impressos (R$ 116). Em 2018, R$ 225 mil em gastos; em 2014, R$ 97 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 500campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 225 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42010, 2014, 2018 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Ananindeua (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 85% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 500
tudo pago (100%)
  • Publicidade por adesivosR$ 38476,8%
  • Materiais impressosR$ 11623,2%
2018Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 232 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 94% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 225 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 76 mil33,8%
  • Materiais impressosR$ 57 mil25,3%
  • Serviços de terceirosR$ 37 mil16,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 27 mil12,0%
  • Outras 5 categoriasR$ 28 mil12,3%
2014Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 97 mil
194 doadores pessoas físicas
partido 13% · pessoas 59% · próprios 28%
Gasto contratado
R$ 97 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Locação de imóveisR$ 24 mil25,3%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 23 mil23,4%
  • Materiais impressosR$ 21 mil21,2%
  • Serviços de terceirosR$ 19 mil20,0%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil10,0%
Ver a campanha anterior
2010Deputado estadual, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 142 mil
149 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 34% · pessoas 50% · empresas 1% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 142 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 56 mil39,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil3,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 5 mil3,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil2,9%
  • Outras 6 categoriasR$ 73 mil51,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2004, 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892