Alexis Pedrão declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Sergipe em 2010, vereador em Aracaju (SE) em 2012, e prefeito em Aracaju (SE) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 95 mil em receitas: R$ 84 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de doações privadas (6 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 89 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 30 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 21 mil). Em 2012, 45% dos R$ 9 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, 100% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
Receitas em 2020R$ 95 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 89 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 9 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32010, 2012 e 2020
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 95 mil
6 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 88% · pessoas 10% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 89 mil
tudo pago (100%)
- Serviços de terceirosR$ 30 mil33,5%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 21 mil24,1%
- Encargos sociaisR$ 12 mil14,0%
- Materiais impressosR$ 10 mil11,3%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 382 lançados como "diversas a especificar"R$ 15 mil17,1%
Arrecadado
R$ 10 mil
30 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 78% · empresas 20%
Gasto contratado
R$ 9 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 4 mil45,4%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil23,1%
- AlimentaçãoR$ 2 mil17,7%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 5386,2%
- Outras 3 categoriasR$ 6597,6%
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil100,0%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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