Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jorge Teixeira disputou 4 eleições entre 2000 e 2012, para prefeito, deputado estadual, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2010; vice-prefeito de Rio do Sul em 2004; vereador de Rio do Sul em 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por SC: 34.596 votos. Na campanha de 2012 para prefeito em Rio do Sul/SC, declarou R$ 226 mil em receitas: R$ 27 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 81 mil de empresas e R$ 118 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 216 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 100 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 50 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 18 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 116 mil, 59% com publicidade por materiais impressos.
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
17.632 votos em 2012 · 4 eleições
A votação de Jorge Teixeira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2012: R$ 226 mil em receitas · R$ 216 mil em gastos contratados
Jorge Teixeira declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Santa Catarina em 2010, e prefeito em Rio do Sul (SC) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 226 mil em receitas: R$ 27 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 81 mil de empresas e R$ 118 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 216 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 100 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 50 mil). Em 2010, 59% dos R$ 116 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2012R$ 226 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 216 milcontratados
Gastos em 2010R$ 116 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 11% · empresas 71% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 116 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 69 mil59,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 17 mil15,0%
Publicidade por carros de somR$ 15 mil12,9%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8 mil6,9%
Outras 5 categoriasR$ 7 mil5,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2004ELEITO17.327LRio do Sul, Santa Catarina · 49 anos · Superior completo · Medico · PFL · nº 11 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Vereador · 2000ELEITO1.687LRio do Sul, Santa Catarina · 45 anos · Superior completo · Médico · PFL · nº 25123 · ver resultado completo
Coligação: PPB / PFL / PSDB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.