Roberto Campos

Foto de Roberto Carlos Valim Campos
Roberto Campos
Roberto Carlos Valim Campos (nome civil)
10 eleições entre 1996 e 2024 · último partido REDE
58 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Empresário
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Roberto Campos (Roberto Carlos Valim Campos) disputou 10 eleições entre 1996 e 2024, para vice-prefeito, vice-governador, vereador e deputado federal. Ele foi eleito 5 vezes: vice-prefeito de São João da Boa Vista em 2020; vereador de São João da Boa Vista em 2012, 2008, 2000 e 1996. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por SP: 4.105 votos. Na campanha de 2018 para vice-governador por SP, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 21 mil em 2012 (86% com publicidade por materiais impressos) e R$ 8 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

1.017 votos em 2012 (eleito) · 10 eleições

A votação de Roberto Carlos Valim Campos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalGovernadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 5 mil em receitas

Roberto Campos declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em São João da Boa Vista (SP) em 2008 e 2012, e vice-governador por São Paulo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 1 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 3 mil de doações privadas e R$ 1 mil de recursos próprios. Em 2012, 86% dos R$ 21 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 48% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 21 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Vice-governador, São Paulo
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
FEFC 26% · pessoas 53% · próprios 21%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2012Vereador, São João da Boa Vista (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 6% · empresas menos de 1% · próprios 91%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 18 mil86,0%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil7,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5172,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3501,6%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 476 lançados como "diversas a especificar"R$ 4762,2%
2008Vereador, São João da Boa Vista (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 9% · empresas 91%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil48,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil20,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil13,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6958,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 7739,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 2008, 2012 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892