Cabo Leonardo

Foto de Leonardo Albarado Cordeiro
Cabo Leonardo
Leonardo Albarado Cordeiro (nome civil)
4 eleições entre 2008 e 2020 · último partido PL
46 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio completo
Policial Militar

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Cabo Leonardo (Leonardo Albarado Cordeiro) disputou 4 eleições entre 2008 e 2020, para vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Monte Alegre em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2016, para vereador em Monte Alegre/PA: 844 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Monte Alegre/PA, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 348 de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 860) e publicidade por materiais impressos (R$ 280). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 3 mil em 2012 (67% com publicidade por materiais impressos) e R$ 2 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

844 votos em 2016 (eleito) · 4 eleições

A votação de Leonardo Albarado Cordeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Cabo Leonardo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Monte Alegre (PA) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 348 de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 1 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 860). Em 2012, 67% dos R$ 3 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 2 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados
Gastos em 2012R$ 3 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Monte Alegre (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 14% · pessoas 86%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 1 mil39,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 86034,3%
  • Materiais impressosR$ 28011,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 2008,0%
  • Outras 1 categoriaR$ 1686,7%
2012Vereador, Monte Alegre (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
15 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 72% · empresas 26%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil67,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 91832,6%
2008Vereador, Monte Alegre (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 41% · próprios 59%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1menos de 0,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil99,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892