- Eventos de promoção da candidaturaR$ 81 mil26,8%
- Materiais impressosR$ 21 mil6,9%
- Serviços advocatíciosR$ 15 mil4,8%
- Publicidade por adesivosR$ 12 mil4,0%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 164 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 174 mil57,6%
Jadson (Jadson Souza Cunha Soares) disputou 2 eleições entre 2016 e 2024, para prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Castro Alves em 2024. Na campanha de 2024 para prefeito em Castro Alves/BA, declarou R$ 303 mil em receitas: R$ 190 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 95 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 303 mil, principalmente com eventos de promoção da candidatura (R$ 81 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil) e serviços advocatícios (R$ 15 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 940, 53% com serviços próprios prestados por terceiros.
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Jadson declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Castro Alves (BA) em 2016, e prefeito em Castro Alves (BA) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 303 mil em receitas: R$ 190 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 95 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 18 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 303 mil, principalmente com eventos de promoção da candidatura (R$ 81 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil). Em 2016, 53% dos R$ 940 em gastos contratados foram com serviços próprios prestados por terceiros.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.