Ernando Cardoso disputou 2 eleições entre 2018 e 2022, para deputado federal e 2º suplente, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2022 para deputado federal por MT, declarou R$ 464 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 124 mil do Fundo Partidário, R$ 194 mil de outros recursos do partido, R$ 40 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 447 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 191 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 127 mil) e pessoal (R$ 65 mil).
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Evolução da votação nas eleições
7.260 votos em 2022 · 2 eleições
A votação de Ernando Cardoso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
SenadorDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 464 mil em receitas · R$ 447 mil em gastos
Ernando Cardoso declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Mato Grosso em 2022. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 464 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 124 mil do Fundo Partidário, R$ 194 mil de outros recursos do partido, R$ 40 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 447 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 191 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 127 mil).
Receitas em 2022R$ 464 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 447 milcampanha encerrada; tudo pago
FEFC 22% · Fundo Partidário 27% · partido 42% · pessoas 9% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 447 mil
tudo pago (100%)
Militância e mobilização de ruaR$ 191 mil42,8%
Materiais impressosR$ 127 mil28,3%
PessoalR$ 65 mil14,5%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 40 mil8,9%
Outras 7 categoriasinclui R$ 200 lançados como "diversas a especificar"R$ 24 mil5,4%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.