Chamon (João Chamon Neto) disputou 4 eleições entre 2000 e 2018, para 2º suplente, deputado estadual e prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: 2º suplente em 2018; deputado estadual em 2014. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por PA: 35.413 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por PA, declarou R$ 552 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 168 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 382 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 552 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 148 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 95 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 93 mil).
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Evolução da votação nas eleições
35.413 votos em 2014 (eleito) · 4 eleições
A votação de João Chamon Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
PrefeitoDep. EstadualSenadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 552 mil em receitas · R$ 552 mil em gastos contratados
Chamon declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Pará em 2014. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 552 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 168 mil de doações privadas (25 doadores) e R$ 382 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 552 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 148 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 95 mil).
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 30% · empresas 69%
Gasto contratado
R$ 552 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por carros de somR$ 148 mil26,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 95 mil17,3%
Cessão ou locação de veículosR$ 93 mil16,8%
Serviços de terceirosR$ 77 mil14,0%
Outras 9 categoriasinclui R$ 42 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 139 mil25,2%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.