Luizinho (Carlos Luiz Martins Marques) disputou 7 eleições entre 1996 e 2024, para vice-prefeito e prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Maravilha em 2024; prefeito de Maravilha em 2012. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Maravilha/AL: 2.885 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Maravilha/AL, declarou R$ 23 mil em receitas, de doações privadas (11 doadores). Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil) e serviços de terceiros (R$ 50). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 20 mil em 2012 (66% com publicidade por materiais impressos) e R$ 32 mil em 2008.
votos · Maravilha, Alagoas · vice não recebe voto nominal
ELEITO
Mandato até 2028
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Evolução da votação nas eleições
2.649 votos em 2016 · 7 eleições
A votação de Carlos Luiz Martins Marques em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 23 mil em receitas · R$ 23 mil em gastos contratados
Luizinho declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Maravilha (AL) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 23 mil em receitas, de doações privadas (11 doadores). Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil). Em 2012, 66% dos R$ 20 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 32 mil em gastos contratados.
Receitas em 2016R$ 23 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 23 milcontratados
Gastos em 2012R$ 20 milcontratados, campanha encerrada
Outras 2 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 30 mil95,3%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2000—LMaravilha, Alagoas · 42 anos · Superior incompleto · PSDB · nº 451 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PSDB / PSB
Prefeito · 1996NÃO ELEITO1.735LMaravilha, Alagoas · 38 anos · Dado Inexistente · PSDB · nº 45 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Perguntas frequentes sobre Luizinho
Respostas curtas, com os números desta página.
Luizinho já foi eleito?
Sim. Luizinho foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Maravilha em 2024; prefeito de Maravilha em 2012. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Quantos votos Luizinho teve na última eleição?
Em 2016, para prefeito em Maravilha/AL, Luizinho teve 2.649 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Quais são as receitas e os gastos contratados de Luizinho na campanha de 2016?
Na campanha de 2016 para prefeito em Maravilha/AL, Luizinho declarou R$ 23 mil em receitas, de doações privadas (11 doadores). Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 10 mil) e serviços de terceiros (R$ 50). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Quanto Luizinho gastou em cada campanha eleitoral?
Luizinho declarou ao TSE gastos de R$ 23 mil na campanha de 2016 a prefeito em Maravilha/AL (gasto contratado declarado), R$ 20 mil na campanha de 2012 a prefeito em Maravilha/AL (gasto contratado declarado) e R$ 32 mil na campanha de 2008 a prefeito em Maravilha/AL (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Em quantas campanhas Luizinho declarou receitas e gastos?
Luizinho declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Maravilha (AL) em 2008, 2012 e 2016.
Qual foi a maior votação de Luizinho?
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Luizinho foi em 2012, para prefeito em Maravilha (AL): 2.885 votos. Ver todas as eleições ›
Para quais cargos Luizinho já foi candidato?
Segundo os dados do TSE, Luizinho disputou 7 eleições, de 1996 a 2024: prefeito em Maravilha (AL) em 1996, 2004, 2008, 2012 e 2016; vice-prefeito em Maravilha (AL) em 2000 e 2024. Foi eleito 2 vezes. Ver as candidaturas ›
Por quais partidos Luizinho já concorreu?
Segundo os dados do TSE, Luizinho concorreu pelo PSDB em 1996 e 2000, pelo PSB em 2004, pelo PTB em 2008 e 2012, pelo PRB em 2016 e pelo REPUBLICANOS em 2024. Ver as candidaturas ›
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.