Marcos Vieira

Foto de Marcos Antônio Vieira da Silva
Marcos Vieira
Marcos Antônio Vieira da Silva (nome civil)
6 eleições entre 2004 e 2014 · último partido DEM
57 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcos Vieira (Marcos Antônio Vieira da Silva) disputou 6 eleições entre 2004 e 2014, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Rio Largo em 2004. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Rio Largo/AL: 10.013 votos. Na campanha de 2014 para deputado federal por AL, declarou R$ 32 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 400 de doações privadas, R$ 2 mil de empresas e R$ 28 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 13 mil), serviços de terceiros (R$ 7 mil) e pessoal (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 74 mil em 2012 e R$ 19 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

1.519 votos em 2014 · 6 eleições

A votação de Marcos Antônio Vieira da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. FederalDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 32 mil em receitas · R$ 32 mil em gastos contratados

Marcos Vieira declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Alagoas em 2006 e 2014, prefeito em Rio Largo (AL) em 2008 e 2012, e deputado estadual por Alagoas em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 32 mil em receitas: R$ 3 mil de outras campanhas, R$ 400 de doações privadas, R$ 2 mil de empresas e R$ 28 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 13 mil) e serviços de terceiros (R$ 7 mil). Em 2012, R$ 74 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 19 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 32 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 32 milcontratados
Gastos em 2012R$ 74 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado federal, AlagoasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 32 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 1% · empresas 5% · próprios 86%
Gasto contratado
R$ 32 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 13 mil40,8%
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil21,6%
  • PessoalR$ 4 mil12,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil7,9%
  • Outras 5 categoriasR$ 6 mil17,3%
2012Prefeito, Rio Largo (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 107 mil
doações de pessoas
partido 28% · pessoas 10% · empresas 13% · próprios 50%
Gasto contratado
R$ 74 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 27 mil35,8%
  • Serviços de terceirosR$ 20 mil26,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil17,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil13,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 5 mil6,3%
2010Deputado estadual, AlagoasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 71% · empresas 10% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 19 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 6 mil34,5%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil7,9%
  • Materiais impressosR$ 1 mil7,8%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 4002,2%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 236 lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil47,7%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Prefeito, Rio Largo (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 39 mil
3 doadores pessoas físicas
partido 25% · pessoas 3% · empresas 23% · próprios 49%
Gasto contratado
R$ 39 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 17 mil42,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil11,8%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil8,6%
  • Materiais impressosR$ 2 mil6,0%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 12 mil30,9%
2006Deputado federal, AlagoasVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil63,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil25,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5769,2%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1392,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892