- Publicidade por carros de somR$ 6 mil35,0%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil17,5%
- Materiais impressosR$ 3 mil17,5%
- PessoalR$ 3 mil17,5%
- Outras 2 categoriasR$ 2 mil12,5%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Flauberth (Flauberth de Oliveira Amaral) disputou 4 eleições entre 2004 e 2012, para vereador e deputado federal. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por MA: 3.228 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2010 para deputado federal por MA, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 641 de outras campanhas e R$ 17 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 6 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Flauberth de Oliveira Amaral em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Flauberth declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Zé Doca (MA) em 2008, e deputado federal por Maranhão em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 17 mil em receitas: R$ 641 de outras campanhas e R$ 17 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 17 mil, principalmente com publicidade por carros de som (R$ 6 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil). Em 2008, R$ 2 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.